09 dezembro 2012

Arquivo Saga A Catedral: Vampiros

Pouco sabe-se de suas origens, exceto de que há uma relação com o sangue de Demônio. Apesar disso, houve um tempo em que eram escolhidos pela Catedral para serem Observadores.

São imortais ao tempo, e o sol apenas enfraquece seus poderes. Se feridos à luz do sol, o ferimento demorará a fechar e provavelmente permanecerá uma cicatriz. Os únicos modos conhecidos de matá-los é uma estaca de figueira-brava no coração, decepando-lhes a cabeça e impedi-los de se alimentarem. Armas feitas ou banhadas em platina provocam grandes estragos, e seus ferimentos demoram mais à cicatrizar.

São rápidos, fortes e seu olfato e audição são apuradíssimos. Vampiros recentemente transformados tendem a ter menos controle sobre sua sede e geralmente são os principais causadores de desaparecimentos.

Para se transformar um humano em Vampiro, é necessário não apenas a mordida do Vampiro, mas também que o Vampiro dê seu sangue, através de um corte na pele, para a pessoa mordida. Alguém que é apenas mordido não se transforma: no máximo vira um escravo do Vampiro.

Os Vampiros com mais de quinhentos anos são os primeiros na linha de comando na guerra, seguidos pelos Vampiros com trezentos e cinquenta e duzentos e cinquenta anos. Quanto mais velho o Vampiro, maior autoridade a que está em suas mãos. Quanto mais novo, mais são olhados como peões para ajudá-los em seus planos. A única exceção trata-se de Louis. O Vampiro foi aprendiz pessoal de Savino, o General-Vampiro de mais de quatro mil anos.

Possuem relações estreitas com os Bruxos: ambos sempre se auxiliaram desde o aparecimento dos primeiros Bruxos.