18 novembro 2012

Arquivos Saga A Catedral: Observadores

Os chamados velhos Líderes e Guerreiros (Mensageiros, Ômegas, Guardiões, Amazonas e Cavaleiros) necessitam serem encontrados, treinados e, no caso dos Mensageiros, protegidos.

Tal papel cabe aos Observadores, a Ordem que habita a Catedral, escolhida por ela e que conhece todos os segredos relacionados à dimensão de onde vêm.

São escolhidos entre os Lycans e Drachens, sendo o critério principal “Possuírem Esperança”, não importa muito o tipo. No entanto, não é possível afirmar com toda a certeza de que esse seja o principal critério, ainda mais considerando que houve um tempo em que Vampiros também eram escolhidos pela Catedral e lutavam contra os demônios, apesar de serem parte demônio.
Os poderes e tempos de vida dos Observadores são aumentados como benção da Catedral, para que os antigos possam ensinar tudo aos novos – embora isso só faça diferença de fato para os Lycans, não tanto para os Drachens. A marca da Catedral neles é que, quando prestes à se transformarem, ou mesmo em suas formas humanas, seus olhos são cor de bronze derretido, e não azul-claro. As lendas dizem que os mais fieis possuem o cabelo com um brilho avermelhado e seus olhos são cor de bronze derretido sempre.

Os velhos Líderes e Guerreiros também possuem seus tempos de vida aumentados em relação ao tempo à partir do instante que pisam na Catedral, para poderem ensinar a próxima geração. Mas, como garantia, a grande maioria dos Observadores tem noções dos conhecimentos de cada um, caso toda a geração anterior esteja morta quando a próxima for encontrada.

Entre os Lycans, o Observador que mais viveu que se têm notícias é Adrien Padovani, com mais de quinhentos anos, embora saiba-se que é apenas devido à uma maldição. Entre os Drachens, ninguém realmente preocupou-se em anotar, visto que eles são quase imortais ao tempo devido à suas estranhas habilidades.