20 janeiro 2013

Arquivo Saga A Catedral: Lycans

Segundo manuscritos e outros artefatos, os Lycans surgiram quando alguns humanos, nos início dos tempos, encontraram um caminho para a Catedral através de um portal. Lá, teriam sido atacados por uma espécie de Lobo, perdido de alguma outra dimensão, é a teoria mais aceita. Depois disso, morto o animal, os humanos alimentaram-se de sua carne.

Antes de retornarem para a dimensão e planeta de origem, muitos morreram sem causa aparente, enquanto outros se transformaram. Esses que sobreviveram ao que quer que houvesse na carne do animal, foram mudados e transformados nos primeiros Lycans.

Guiados pelos Drachens, esses Lycans aprenderam a controlar a fera interior, e não muito tempo depois alguns dos seus foram escolhidos como Observadores. Outros, criaram clãs, que se tornaram numerosos, e assim eles se espalharam – fosse por reprodução, fosse transformando outros humanos.

Seu tempo de vida é somente ligeiramente maior que o tempo de vida humano. A média de anos à mais que um Lycan vive é cerca de cinquenta à sessenta anos. Durante os dias de Lua cheia, ficam mais fortes e é mais complicado controlar a fera. Quando nascidos Lycans, a primeira transformação costuma ser por volta dos três anos, à partir de quando começam a treinar para controlarem a fera e para caçarem Vampiros e Bruxos. São imunes à qualquer tipo de doença e cicatrizam mais rapidamente que humanos (ferimentos graves cicatrizam com cerca de duas semanas), mas fora isso, morrem de coisas como velhice (falência de órgãos, na maioria), além de cabeças decepadas, infecções e ferimentos impedidos de cicatrizarem. São alérgicos à prata: ela dificulta a cicatrização e, se aspirada ou ingerida, pode provocar asfixia devido à choque anafilático.

São rápidos, fortes e seu olfato e audição são apuradíssimos, especialmente quando transformados e em noites de lua cheia. Lycans com menos de doze anos tendem a se transformar mais facilmente, enquanto os que estão na adolescência, são muito mais ferozes, especialmente quando a fera assume o controle.

A única forma de um humano normal ser transformado em Lycan (Com exceção de Ômegas) é através de transferência de sangue: a mordida em si não faz nada, à não ser, talvez, provocar infecções.

Organizados em clãs, o posto de Alfa e Beta é hereditário. Tais cargos são ocupados, especificamente, pelo filho/a mais velho, seguido pelo segundo, do casal Alfa. A única exceção é quando o casal Alfa não possui filhos. Além disso, caso os atuais Alfa e Beta não estejam demonstrando que merecem liderar o clã, os demais membros podem escolher, geralmente irmãos, que considerem dignos para o cargo, que irão desafiar os atuais líderes pelo direito de governarem. Os vencedores levam os postos de Alfa e Beta, e a competição geralmente se trata de uma luta que costuma terminar com um dos competidores mortos.

Geralmente, não gostam de se meter nos assuntos dos demais nem que se metam em seus assuntos, preferindo seguirem suas vidas, limitando-se à proteger seus territórios de Vampiros e Bruxos. Isso inclui proteger os humanos que vivam nesse território, afinal, eles devem continuar sem saber tudo isso.